Meu pensamento mora aqui


Sábado , 26 de Abril de 2008


 

 

Escrito por ddza às 10:35 PM
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Sexta-feira , 25 de Abril de 2008


Olá para as mulheres, Oló para os homens! Quanta gente me assistindo! Nossa... =P

As vezes acho que certas pessoas tem razão quando dizem que eu deveria seguir outro rumo, como as artes. Gosto de le dá com o "público" e gosto da reciprocidade do calor humano, no fundo, gosto que sintam-se contentes o tempo todo. Mas nesse cenário aqui, só se faz presente eu mesma e poucas tantas outras diversas fases que eu tenho. =)

Bem, só escrevi algo prque alguém especial me pediu para que eu viesse aqui...

E aqui estou eu, colocando uma música para meu bem querer, certamente irá gostar e peço que a ouça sempre e a guarde como molde a ser seguido, ou, a ser praticado.

 

HAJA

Difícil conjugar a vida
Separar cicatriz e ferida
E engolir o comprimido do tempo
Que alguém nos enfiou goela adentro
Haja Deus pra tanto mistério
Filhos teus histéricos
Dão voltas pelo mundo redondo
Pronto pra nos confundir
E nós
Bando de tantos tontos
Rodando aos trancos por aí
Haja teto
Pra tanto desabrigo
Haja palavra
Pro que eu não digo
Haja instinto
E haja saída
Pra tanto labirinto.

 

(Zelia Duncan)

Escrito por ddza às 05:11 PM
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Domingo , 06 de Abril de 2008


 

Vídeo dedicado!!! "É VOCÊ"

Escrito por galega às 06:07 PM
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"dedilhando fragmentos de pensamentos"

 

"De pequenos momentos a vida segue se preenchendo. De pequenos fragmentos ela segue, se construindo, feito um enorme corrocel. E lá do alto, vemos o mundo ao nosso redor. Fatos que passaram e que passarão, momentos inacabados, e até sentimos o gosto do que já passou. Mas, nos resta o instante em que a cada momento, a vida, parece nos querer roubar o tempo presente."

 

Escrito por galega às 03:10 PM
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Sentido e sem sentido

 

Se pelo menos as minhas idéias não fossem tantas... Eu tenho certeza que organizaria minhas palavras, seriam no mínimo, coerentes. Nessas horas eu gostaria de ser sem som e sem imagem, sem sentidos também, aliás, é como eu estou, sem sentido algum. Dentre vários acontecimentos não consigo identificar o mais importante, pra não dizer, o mais aborrecedor. E fico indiferente comigo mesma, desconhecendo-me em meu "sentir" e apontando-me para a *preguicite aguda generalizada*, jamais, explicada. Abrir-me, tirar-me a alma. Fechar-me, deitar-me na calma, da normalidade crua.

Escrito por galega às 02:07 PM
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Sábado , 05 de Abril de 2008


Início

 

Começar: palavra inovadora, entretanto árdua. Porém, necessária!

Escrito por galega às 02:04 PM
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